UPE divulga nota de repúdio aos cortes no orçamento federal destinado à ciência

A Universidade de Pernambuco repudia a ação do Governo Federal, aprovada pelo Congresso Federal, que altera o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 16 e reduziu em 87% os recursos destinados aos programas e projetos prioritários de desenvolvimento científico e tecnológico nacionais.


O corte deste orçamento inviabilizará o desenvolvimento da ciência e da inovação no pais, provocando, dentre outros prejuízos, a suspensão de bolsas de estudo e impactará diretamente nas pesquisas em todas as áreas do conhecimento.


A UPE exige que governante e parlamentares revertam a ação desastrosa e equivocada, respeitando instituições acadêmicas e científicas.

Site da Editora da Universidade de Pernambuco ganha novo endereço eletrônico

A Editora da Universidade de Pernambuco está com um novo endereço na internet. Com o objetivo de melhorar a comunicação entre a Edupe e a comunidade acadêmica, decidiu-se realizar a migração da sua página para o domínio oficial da UPE (upe.br).

O novo site da Edupe é o www.edupe.upe.br. Lá serão divulgadas as informações sobre publicações, editais e assuntos relativos ao órgão.

O material do antigo site foi transferido para o novo domínio, sem prejuízo para os autores e leitores.

De modo gradativo, o domínio (www.edupe.com.br) será desativado e a partir desta segunda-feira este endereço eletrônico não será mais atualizado.

Academia Pernambucana de Ciências e instituições pernambucanas de Educação, Ciência e Tecnologia assinam nota de repúdio contra as medidas que agravam a situação da Ciência e Tecnologia no país

NOTA DE REPÚDIO DA ACADEMIA PERNAMBUCANA DE CIÊNCIAS E INSTITUIÇÕES PERNAMBUCANAS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CONTRA AS MEDIDAS QUE AGRAVAM A SITUAÇÃO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO PAÍS

A Sociedade já percebeu o importante papel da Ciência e da Tecnologia no cotidiano, e se não basta os exemplos em resposta à pandemia, apesar dos mais de 600 mil mortos, o uso da Ciência e Tecnologia no dia a dia é inequívoco e reconhecido. Tratamentos de câncer, cirurgias com lasers, diagnóstico com imagens via ressonância magnética são alguns exemplos do uso diário do conhecimento na vida do cidadão. Tudo isto é fruto de pesquisas muitas vezes de longo prazo, mas precisam de recursos federais. No Brasil, o atual Governo Federal não entende assim, e repetidas vezes ao longo dos últimos três anos tem não só atacado a Ciência e Tecnologia com o negacionismo e obscurantismo, mas também cortado recursos para pesquisas e bolsas de estudo para estudantes, principalmente da pós-graduação, que dedicam seu tempo à formação em pesquisas.

O mais recente ataque foi desferido no último dia 7 de outubro, e ainda não resolvido, quando o Ministério da Economia decidiu unilateralmente cortar 690 milhões de reais do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, o MCTI – cujo Ministro nem sabia desta decisão, segundo ele próprio, e sequer esboçou qualquer reação – recursos estes aprovados em todas as instâncias, com conhecimento e participação do próprio Ministério da Economia. Passaram por cima de Leis recentemente aprovadas, e o Congresso, apesar de estar tentando reagir, foi conivente e aprovou a medida que fragiliza drasticamente a Ciência e Tecnologia do Brasil.

A reação da comunidade científica e vários órgãos foi imediata, mas ainda não há solução. O impacto é direto em bolsas de pesquisa, recursos e editais já anunciados e lançados para que a comunidade submeta novos projetos – muitos deles no combate à pandemia e outros temas importantes – além de pagamento de bolsas. Este cenário de terror já foi visto antes, pois “apagões” na Ciência brasileira viraram rotina. Desde o início deste “desgoverno”, já houve cortes de recursos e bolsas, pane no sistema do CNPq (que afetou diretamente a comunidade científica), além de outras ações na CAPES que afetam os programas de avaliação das pós-graduações no país, que está suspensa por decisão judicial.

A Academia Pernambucana de Ciências (APC) e instituições pernambucanas de Educação, Ciência e Tecnologia conclamam a sociedade pernambucana e especialmente a comunidade científica para repudiar veementemente contra mais este ataque virulento contra a Ciência brasileira, cujo impacto negativo será sentido imediatamente com reflexos a médio e longo prazos. Neste sentido, a APC se junta a várias outras entidades e no dia 20 de outubro realizará um ato de repúdio contra todas estas medidas durante o II Encontro Pernambucano de Educação, Ciência e Tecnologia (ver programação em www.academiapc.org)

UPE aprova criação de Política de Gestão de Riscos

O Conselho Universitário (CONSUN) da Universidade de Pernambuco aprovou, na sua reunião do dia 30 de setembro, a criação da Política de Gestão de Riscos (PGRI-UPE).

A resolução visa capacitar gestores e dar subsídio à tomada de decisões em todos os níveis da instituição, garantindo o cumprimento das leis.

A medida atende as recomendações do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Secretaria da Controladoria Geral do Estado (SCGE).

Risco é a possibilidade de ocorrência de um evento que tenha impacto negativo no alcance dos objetivos da organização.

A PGRI-UPE terá por objetivo orientar os processos de identificação, avaliação, tratamento, comunicação e monitoramento dos riscos das atividades da universidade.

Caberá ao Comitê de Gestão de Riscos, órgão de caráter consultivo e permanente, desenvolver a filosofia de Gestão de Riscos da UPE.

Todos os gestores de áreas da UPE serão responsáveis por executar as atividades de Gestão de Riscos e coordenar esforços para identificar e estimar riscos, bem como propor melhorias necessárias para mitigar riscos, além de comunicar os resultados de análises aos interessados. 

O CGR também deverá elaborar e revisar a Política de Gestão de Riscos da UPE, estabelecer mecanismos para promoção da conformidade, disseminar conhecimentos e gerir ações estratégicas referentes a riscos e dar suporte institucional aos envolvidos na condução da Gestão de Riscos.

Em relação a pessoas e recursos, a PGRI-UPE deve atuar em três campos: 1) Ampliar, qualificar e promover a valorização do quadro docente, técnico e administrativo; 2) Garantir a infraestrutura necessária para o ensino, pesquisa, extensão e assistência à saúde; 3) Otimizar a gestão financeira. 

Na perspectiva resultados, espera-se que a adoção da nova política consolide e amplie a interiorização da UPE, fortalecendo o desenvolvimento com foco nas políticas de Inovação, Sustentabilidade e Inclusão Social.

A redução de riscos vai promover a melhoria da qualidade dos cursos de gradução e pós-graduação, diminuindo a evasão e retenção de alunos.

“Operacionalizar a gestão de riscos, dentre os inúmeros processos que ocorrem dentro da Universidade de Pernambuco, é extremamente desafiador, e apesar de não ser uma política trivial, a institucionalização dessa prática é de extrema relevância, a considerar que a gestão de riscos sugere ganho da eficiência na instituição como um todo. A aprovação da PGRI-UPE é considerada peça fundamental para a implementação da estrutura de governança, gestão de riscos e controles internos, prevista no Decreto Estadual Nº 46.855, de 7 de dezembro de 2018, que dispõe sobre a política de Governança da Administração Pública Estadual Direta, Autárquica e Fundacional", afirma o controlador interno da UPE, Getúlio de Sá Gondim.

Segundo ele, para além do cumprimento da legislação vigente, a Política de Gestão de Riscos trará melhorias ao processo decisório, possibilitando aos gestores acesso tempestivo a informações sobre os riscos aos quais a Universidade está exposta. Possibilitará também o aumento da probabilidade de cumprir os objetivos definidos no Planejamento Estratégico devido às ações de avaliação e tratamento dos riscos. "Essa melhoria no processo decisório e consequente redução dos impactos negativos provocados pelos riscos, tendo em vista o seu tratamento adequado, agregará ainda mais valor à UPE. A partir de agora se iniciam os trabalhos para operacionalização da Política e a Diretoria Setorial de Controle Interno estará apoiando todas as ações pertinentes, com vistas a potencializar ainda mais a governança dentro da universidade”, ressalta Getúlio.

Divulgados sétimo remanejamento do SSA 3 e segunda chamada extra do Sisu

A Comissão Permanente de Concursos Acadêmicos da Universidade de Pernambuco (CPCA/UPE) disponibilizou no portal http://processodeingresso.upe.pe.gov.br as listagens do sétimo remanejamento da terceira fase do Sistema Seriado de Avaliação (SSA 3) e da segunda chamada extra a partir da lista de espera do Sistema de Seleção Simplificada (Sisu).

A matrícula deverá ser realizada no período de 13 a 14 de outubro, no horário das 8h às 13h. Todo o calendário está acessível na página do processo de ingresso e no site oficial da UPE (www.upe.br).

Informações adicionais estão disponíveis no Manual do Candidato para o SSA 3 (Processo de Ingresso 2021), publicado no endereço eletrônico do Processo de Ingresso: http://processodeingresso.upe.pe.gov.br, ou junto à Coordenação de Assuntos

Estudantis (CAE) na Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou do telefone 3183-4013.

SÉTIMO REMANEJAMENTO SSA 3

SEGUNDA CHAMADA EXTRA SISU